Cerveja artesanal de hobby a investimento

Data: 15/03/2015
Fonte: Jcnet


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O Brasil ocupa a 25ª colocação no ranking mundial de consumo de cerveja, especialmente as pilsens, produzidas em alta escala pelas grandes empresas do setor. É o terceiro produtor do mundo. As cervejas especiais respondem por 5% das vendas totais da bebida no País. Recentemente, as cervejas artesanais ganharam espaço no mercado consumidor e ‘pipocam’ em todo o País os cursos para iniciantes. Na região de Bauru vários ‘apaixonados’ pela ‘loira’ se aventuram a produzir cervejas caseiras de olho em um mercado crescente.

Em Lençóis Paulista, dois produtores se preparam para sair do quintal e ganhar as prateleiras de casas especializadas em cervejas. A cidade que já foi conhecida pela cachaça, na década de 50, pretende incentivar a produção e se firmar como produtora de cachaça, vinho e cerveja artesanal.

Focado na produção artesanal em baixa escala com sabores diferenciados e nos encontros com os amigos, o promotor de vendas de Tupã Juliano Marcelo de Oliveira está promovendo cursos para iniciantes. Ele quer difundir a ideia de produzir cervejas com personalidade.

O secretário do Planejamento de Lençóis Paulista, Altair Aparecido Toniolo, explica que é política local incentivar e apoiar as micros e pequenas empresas. “Temos um trabalho muito forte nesse setor. É uma característica da economia local, 95% de nossas empresas começam pequena, com no máximo 10 funcionários. Oferecemos aulas de empreendedorismo para que a pessoa aprenda a não só fazer por hobby, mas para geração de renda. Temos condições de ceder espaço para eles.”

Toniolo lembra que a pinga de Lençóis ficou famosa na época em que tinham 50 engenhos no município. “Era década de 50 e muitas pessoas tinham um engenho no fundo do quintal. O extinto Instituto do Açúcar e Álcool (IAA) construiu aqui uma destilaria, que transformava a cachaça em álcool combustível, para atender a demanda da crise de combustível na época. Esse prédio existe. Foi tombado pelo patrimônio histórico agora existe um projeto em recuperação.”

A bebida se tornou conhecida pelo Brasil, porque os políticos da época não deixavam de levar na mala uma cachaça para dar de presente aos demais políticos.

Ele considera que a produção de vinho e cerveja ainda são pequenas se comparadas a grandes empresas. “Eles estão começando. Queremos que eles saiam da casa e partam para a produção mais industrializada para então comercializar. Temos um circuito turístico e vamos incentivar as visitas aos engenhos, a produção de vinho e cerveja,” declara o secretário de Planejamento deLençóis Paulista.

Grupo faz encontro de degustação

O sítio Conquista, área rural de Lençóis Paulista, passou a ser um local de encontro de amigos “apaixonados” por cervejas artesanais. É ali que Murilo Martins Tangerino, 34 anos, reúne a família e os amigos para mostrar e degustar a cerveja que está fabricando em baixa escala. Ele caminha para a legalização da pequena cervejaria para poder comercializar o produto.

“Eu sempre gostei de cervejas diferentes, dessas não convencionais. Eu e

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